Clara e salgada, cabe em um olho e pesa uma tonelada??
Estranho como a vida nos move por caminhos não antes pensados.
Como fazemos planos enormes para o futuro, planos que enquanto os fazemos acreditamos que teremos total controle sobre o que faremos, como faremos e o que isso nos trará.
Entregar-se, dedicar-se dia e noite a um desses planos. Colocá-lo como objetivo de vida. Abrir mão de outras possibilidades. Cabresto ou foco?
A escolha de um caminho, de uma porta, nos faz não escolher os caminhos ao lado e manter as outras portas fechadas. Pensar em como seria se a escolha fosse diferente é perda de tempo, afinal a escolha NÃO foi diferente.
Porém o sucesso da entrega, da dedicação. Ver-se recompensado pelas noites mal dormidas, pelas dores no estômago pelo excesso de café, pelas festas perdidas, pelos dias de sol passados no quarto. Esquecer-se de todas as partes ruins devido a felicidade de alcançar algo com que sempre sonhou.
Alcançar algo não antes imaginado, atingir algo inatingível. Sem o risco de frustrar-se é impossível realizar-se.
A descoberta de pessoas altamente dispostas a ajudar, alguns amigos com quem você sempre soube que poderia contar, outros totais desconhecidos que aparecem na vida e nos empurram adiante.
Ver-se realizado.
A duvida, era isso mesmo que eu queria? Era assim que eu esperava que fosse?
Isto não mais importa. A escolha foi feita. A porta se abriu e as outras ficaram para trás fechadas, o caminho já está sendo trilhado.
Devemos tirar lições de tudo que nos acontece, de como reagir aos movimentos. E perante as rasteiras que a vida as vezes nos dá levantarmos e seguirmos adiante.
Sempre soube que iria aprender muitas coisas durante minha estada fora do país, longe de casa, novas pessoas outras culturas e tudo mais que se espera de um intercâmbio.
Não sabia que aprenderia a chorar. Estou aprendendo. E está sendo a maior lição.
Estranho como a vida nos move por caminhos não antes pensados.
Como fazemos planos enormes para o futuro, planos que enquanto os fazemos acreditamos que teremos total controle sobre o que faremos, como faremos e o que isso nos trará.
Entregar-se, dedicar-se dia e noite a um desses planos. Colocá-lo como objetivo de vida. Abrir mão de outras possibilidades. Cabresto ou foco?
A escolha de um caminho, de uma porta, nos faz não escolher os caminhos ao lado e manter as outras portas fechadas. Pensar em como seria se a escolha fosse diferente é perda de tempo, afinal a escolha NÃO foi diferente.
Porém o sucesso da entrega, da dedicação. Ver-se recompensado pelas noites mal dormidas, pelas dores no estômago pelo excesso de café, pelas festas perdidas, pelos dias de sol passados no quarto. Esquecer-se de todas as partes ruins devido a felicidade de alcançar algo com que sempre sonhou.
Alcançar algo não antes imaginado, atingir algo inatingível. Sem o risco de frustrar-se é impossível realizar-se.
A descoberta de pessoas altamente dispostas a ajudar, alguns amigos com quem você sempre soube que poderia contar, outros totais desconhecidos que aparecem na vida e nos empurram adiante.
Ver-se realizado.
A duvida, era isso mesmo que eu queria? Era assim que eu esperava que fosse?
Isto não mais importa. A escolha foi feita. A porta se abriu e as outras ficaram para trás fechadas, o caminho já está sendo trilhado.
Devemos tirar lições de tudo que nos acontece, de como reagir aos movimentos. E perante as rasteiras que a vida as vezes nos dá levantarmos e seguirmos adiante.
Sempre soube que iria aprender muitas coisas durante minha estada fora do país, longe de casa, novas pessoas outras culturas e tudo mais que se espera de um intercâmbio.
Não sabia que aprenderia a chorar. Estou aprendendo. E está sendo a maior lição.
"Os que semeiam entre lágrimas, recolherão com alegria.
Na ida, caminham chorando, os que levam a semente a espargir.
Na volta, virão com alegria, quando trouxerem os seus feixes."
Vinicius - Vivai - Zé



