quinta-feira, 27 de novembro de 2008
Eu tava só, sozinho.
Esta semana não está sendo muito fácil, semana que vem começam os exames da faculdade e o medo esta em um nível bastante alto (na verdade um nível no qual eu não sabia que ele podia chegar).
Nessas horas a distancia de casa aperta ainda mais forte, a solidão aparece e mostra sua pior face, fazendo com que o medo aumente. Nessa situação que eu me encontrava, apavorado e "só, sozinho".
Porém uma coisa que sempre me impressionou é o quanto nossos atos, palavras (ou falta delas) podem interferir nas vidas das pessoas ao nosso redor. Quando sou empurrado ou puxado por algo que leio ou ouço, seja de um amigo ou de um total desconhecido, fico realmente assustado com o poder que as outras pessoas tem sobre meu humor.
As vezes um texto, um e-mail, uma musica, faz com que eu mude totalmente o meu humor. Ver alguém rindo em um dia de fossa ajuda muito, assim como ver alguém triste pode acabar com o meu dia. Porém sempre foi mais difícil sair de um dia ruim do que entrar em um.
Mas esta semana esta saída se deu de um jeito um pouco diferente. No dia seguinte ao meu "post fossa" tive a grata surpresa de trombar com a alegria alheia aqui (obrigado de novo Carol). Sim a vida "deveria ser bem melhor" mas devemos ajudar para que ela realmente o seja.
Devemos usar essa interferência que podemos ter na vida alheia para nos ajudarmos. As vezes apenas com algumas palavras você é capaz de mudar completamente o dia de alguém, sem nem mesmo se dar conta disto, pode ser um postal, uma carta, um e-mail, um telefonema. Façamos isto, espalhemos entre os amigos, a família que os queremos bem, que eles nos são importantes. Espalhemos a nossa alegria para todos verem. A alegria é contagiante, devemos espalhá-la sempre que temos a chance. Isto pode fazer com que alguém que estava "mais solitário que um paulistano" acorde com vontade "de bater na porta do vizinho e desejar bom dia".
Vinicius Vivai Zé
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário